Formação médica, experiência clínica e estudo contínuo a serviço de um cuidado individualizado.
Dra. Talita Sallum de Mendonça, recifense e mineira de coração, formou-se em medicina na Universidade José do Rosário Vellano – UNIFENAS. Sua trajetória na medicina começou em atendimentos de alta complexidade.
Fez duas residências médicas, em Cirurgia Geral e Endoscopia Digestiva, com mais de 11 anos de atuação médica, incluindo residências e alta complexidade em São Paulo. Foi dentro desse ambiente de alta exigência e ritmo acelerado que começou a perceber algo essencial em seus pacientes: muitos dos adoecimentos tinham raízes emocionais profundas.
Durante esse período, iniciou seu próprio caminho de busca por equilíbrio, estudando práticas integrativas, respiração consciente e meditação, além de aprofundar seus estudos em psicologia médica e neurociências.
Ao longo da trajetória profissional, ampliou seus estudos sobre saúde mental, medicina do estilo de vida, cuidado integrativo, ética e relação médico-paciente.
Mudou-se para os Estados Unidos onde fez formação complementar no Berkeley Center for the Science of Psychedelics (UC Berkeley), além de cursos sobre cetamina, ética e facilitação pelo Instituto Chacruna. Essas formações são apresentadas como percurso acadêmico e não equivalem a título de especialista ou RQE.
Desde que voltou ao Brasil em 2025, iniciou uma pós-graduação em Saúde Mental Funcional e Integrativa pela ABMFI e passou a desenvolver um modelo de acompanhamento médico centrado em avaliação, consentimento e cuidado individualizado.
Explico riscos, benefícios e limites com transparência. Você sempre saberá exatamente o que está sendo proposto e por quê.
Se não for indicado, eu direi. Se houver riscos, eles serão discutidos. A verdade serve melhor do que a esperança mal fundamentada.
A segurança física, emocional e relacional é prioridade absoluta. Reconheço o desequilíbrio de poder inerente à relação médico-paciente e atuo com responsabilidade.
Sem pressa. Sem julgamento. Com atenção genuína à sua história — porque sua singularidade é o ponto de partida de qualquer plano terapêutico.
Durante todo o processo — da avaliação à integração. Meu papel não é conduzir sua experiência. É sustentar um espaço seguro para que você atravesse o seu próprio processo. Você não será conduzido(a). Será acompanhado(a).