Informação em saúde

Quando buscar
avaliação

Mudanças persistentes no humor, no sono, na energia, na rotina ou no uso de substâncias podem justificar uma avaliação profissional. Somente a consulta permite compreender o caso e discutir caminhos possíveis.

Conteúdo educativo

Motivos para
procurar ajuda

Depressão Resistente ou Recorrente

Sintomas depressivos persistentes ou recorrentes merecem reavaliação do diagnóstico, do tratamento atual, de condições clínicas associadas e da rede de apoio.

Ansiedade Persistente

Ansiedade que impacta significativamente a qualidade de vida, o trabalho e os vínculos afetivos — especialmente quando não está respondendo a tratamentos convencionais ou quando há padrões de pensamento rígidos e ruminação.

Burnout e Esgotamento Emocional Profundo

Colapso emocional severo, sensação de vazio, desconexão de sentido e identidade. Quando o esgotamento vai além do cansaço e se torna uma crise existencial que afeta a capacidade de funcionar.

Traumas Não Integrados

TEPT, traumas de infância, abuso, perdas significativas ou experiências que ainda hoje limitam a vida, os relacionamentos e o bem-estar — mesmo após anos de psicoterapia convencional.

Dependência Química e Compulsões

Transtornos por uso de substâncias exigem avaliação individual, manejo de riscos e, quando necessário, cuidado multiprofissional. O plano depende do diagnóstico e das opções terapêuticas regulamentadas.

Dor Crônica com Componente Emocional

Condições de dor persistente onde há interação significativa entre dor física e sofrimento emocional. A abordagem funcional e integrativa investiga as raízes biológicas e emocionais da dor.

Crescimento Pessoal e Autoconhecimento

Dúvidas sobre bem-estar, hábitos e saúde emocional também podem ser discutidas em consulta, sem pressupor diagnóstico ou necessidade de medicação.

Ética e Segurança

Quando não
é indicado

Nenhuma intervenção é indicada automaticamente. A avaliação pode resultar em acompanhamento, investigação adicional, manutenção do tratamento atual ou encaminhamento.

Pode não ser indicado quando há:

Histórico de transtornos psicóticos: Esquizofrenia, transtorno esquizoafetivo, episódios psicóticos prévios, histórico familiar relevante de psicose (avaliado individualmente).

Transtorno bipolar tipo I.

Condições cardiovasculares não compensadas: Arritmias, prolongamento de QT, doenças cardíacas estruturais.

Uso de determinadas medicações: Alguns antidepressivos, antipsicóticos ou outras substâncias podem exigir ajuste ou desmame seguro antes do tratamento.

Gravidez: Por segurança, não realizamos sessões assistidas nesses períodos.

Expectativa de resultado garantido: Nenhuma intervenção médica oferece resposta assegurada. Objetivos, limites e alternativas devem ser discutidos com clareza.

Contraindicação não é rejeição

Quando uma opção não é adequada, podem ser discutidas alternativas, investigação adicional ou encaminhamento para profissionais de outras áreas. O compromisso é com uma decisão clínica responsável.

Em alguns casos, a contraindicação é temporária. Estabilizar medicações ou fortalecer estrutura emocional pode tornar o processo mais seguro no futuro.